sábado, 10 de junho de 2017

TSE salva Temer por quatro votos a três


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerrou nesta sexta-feira, 9 de junho, o julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que venceu as eleições de 2014. O ministro Herman Benjamin, relator do caso, votou pela cassação do mandato do presidente Michel Temer —já, na tarde desta sexta-feira, os outros seis ministros apresentam seus votos sobre o pedido de cassação, protocolado pelo PSDB. 

O placar final inocentou Temer: 4 votos contra 3. No início da tarde, o vice-procurador-eleitoral Nicolao Dino chegou a pedir que o ministro Admar Gonzaga fosse impedido de votar, por ele ter atuado como advogado da ex-presidenta Dilma Rousseff, mas a corte eleitoral rejeitou por unanimidade. Nos três primeiros dias de juízo, a maioria dos ministros descartou incluir as provas da Odebrecht no processo. ( Do: El País)


Aos amantes da boa música




quinta-feira, 8 de junho de 2017

Mais de cem dias, sem governo...


Resultado de imagem para fabio gentilNa primavera de 2016, a popularidade do Clã Gentil crescia mediante ao desgaste político do Grupo Coutinho acumulado ao longo de 12 anos, era notório que seria um pleito acirrado, atípico aos padrões da última década; um grande e moderno cerco de Stalingrado.

Os mais seguros e recomendados termômetros de resultado específico e antecipado, não ousavam insuflar ou tomar partido no duelo entre a representatividade centro-direita e Léo Coutinho, aspirando que a surpresa seria grande protagonista nas eleições realizadas em 2016. E assim foi, Fábio Gentil venceu; por uma mínima diferença diga-se de passagem.

Expandia-se a partir daquele momento o cacife de uma das famílias mais tradicionais no âmbito político do município, o clã revogava a derrota amarga em 2014 e vivia agora o seu maior Best-seller.

Endeusado pela façanha de vencer a supremacia Coutinho, Fábio Gentil se tornou protagonista das mais variadas crônicas e histórias no que diz respeito e despeito de que o impossível era possível; era o epicentro da política estadual, cobiçado pelo mercado comunicativo do estado.

Porém, para vencer, Fábio usou das mais variadas roupagens nos discursos. Creio eu, que Juscelino Kubitschek tenha sido sua maior inspiração, pois mergulhado no populismo, prometeu ser não apenas um bom prefeito, mas o melhor de todos, e logo um novo lema tomava forma: "construir 12 anos em 4 ” desafiava o legado deixado pelo grupo Coutinho e causava inveja a marca presidencial Mineira.

O republicano usou e abusou dos artifícios utilizados nas temporadas políticas da década de 50. Alegava durante os discursos vorazes que a prefeitura teria dinheiro e a ex-gestão que por incompetência não sabia administrar.

Pregava ele propositalmente, uma cidadela com autonomia própria, sem dependência dos repasses e convênios do estado. Logo se sabe, que o prefeito entrou em evidente contradição com o discurso; tendo em vista, que por meio daqueles que extorquem para elaborar matérias tendenciosas, tentou atribuir o caos nos setores essenciais do município de Caxias ao governo do estado, alegando supostos cortes e convênios com o município.

Foi mais além, e com passos mais largos que a perna resolveu prometer que jamais empregaria parentes no primeiro escalão, compromisso desonrado ainda na gênesis da gestão, quando nomeou o irmão como Secretário de Finanças, a prima Secretária de Educação e sua esposa, Secretária de Assistência Social.

Prometeu valorizar as mais diversas categorias do município, entretanto, acabou sofrendo grandes baixas, quando o SINTRAP o denunciou pelo não pagamento de gratificações no fim de janeiro e pelo episódio com a Guarda Municipal ao ser representado pela categoria, a qual alegou o descumprimento da Lei Federal n° 13.022, a qual Dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais

Posteriormente, Fábio Gentil, como testemunha ocular, acompanhou o estrago que uma pedra faz a uma vidraça administrativa ao assistir um estopim populacional, tudo por conta da falta de material esterilizado na Maternidade Carmosina Coutinho devido a um defeito no equipamento que realiza a função, o que impossibilitou o atendimento dos caxienses que buscam o serviço da meternidade, os quais, por garantia constitucional tem o direito a um serviço básico de qualidade.

Diante do precoce envelhecimento de sua gestão, Fábio anunciou desesperadamente cinco obras para tentar conter o declínio, e acabou esquecendo de mencionar que a reforma referente a Praça Duque de Caxias - localizada no Morro Do Alecrim, é parte integrante das obras de reforma e adequação de logradouros públicos iniciadas e conquistadas pela gestão passada (Leonardo Coutinho), inclusive das praças: três corações, Panteon, Gonçalves Dias e Vespasiano Ramos  por meio do convênio n° 800927 no ano de 2014.

As obras 'faraônicas' anunciadas pelo republicano foram alvos de críticas pelos mais diversos segmentos sociais, inclusive do presidente da AOB,  que por meio de carta aberta a qual tinha como porta bandeira o slogam crítico: "Beleza não põe Mesa", explanou sobre os gastos desnecessários levando em conta a crise dos cem dias nos principais setores da base do governo: Educação e Saúde.

Uma das últimas lambanças da equipe a serviço do clã Gentil, foi o 'erro de digitação’ cometido pela Comissão Central de Licitação referente ao pregão presencial N°068 /2017 , erro o qual coloca o SAAE como responsável pela contratação de empresa especializada para a realização dos festejos juninos, o que contraria a Lei Nº 474 de 7 de dezembro de 1961 de Criação do SAAE, por desvio de finalidade.

Fábio Gentil descartando qualquer ritual de separação de joio do  trigo, pactuou alianças com oligarquias as quais atrasaram o município por décadas. Sua autonomia hoje na prefeitura é minima por consequência do loteamento das secretarias e equalização dos cargos de primeiro e segundo escalão entre as oligarquias de grande e médio porte. Acordos feitos com vereadores é outro fator que impossibilita o republicano de governar com flexibilidade.

O primeiro semestre da gestão do clã gentil é de fato uma versão moderna dos fracassados cem dias de governo do imperador francês Napoleão Bonaparte, na terceira e última fase da revolução  francesa.

O conjunto de posturas do republicano Fábio Gentil, contribuiu para a queda de sua popularidade e o aumento de oposicionistas ao seu governo.

Acredito que não era esse o governo que o republicano almejava quando aspirava controle social e liberdade ideológica pelos poros as mais diferentes camadas da sociedade caxiense.

Desmemoriou ele que um governo não se faz com discursos populistas mas com uma boa equipe de governo e participação popular.

 De: Atila Uchôa






Absurdo em Caxias: animais circulam livremente nas imediações da prefeitura do município


Do Caxias Online

O governo ladeado por Fábio Gentil tem deixado a marca de descompromisso com o povo e com o bem público desde sua gênesis. O governo do clã estabeleceu a meta dos 100 dias no intuito de estabilizar e conter uma suposta herança maldita deixada pela ex-gestão.

Entretanto, as metas foram apenas tentativas frustradas de tentar justificar as lambanças cometidas no primeiro semestre de governo.

Com aproximadamente 12,5 % do mandato cumprido, o republicano Fábio Gentil acompanha a queda livre do governo conquistado pelo pacto com oligarquias e acordos que o tornam refém do próprio discurso.

Além do caos no serviço público de saúde e a insatisfação do corpo docente da educação com a atual gestão, Fábio agora enfrenta a incompetência da secretaria do Meio Ambiente e CCZ, ambos trabalhando em conjunto para expor de vez a fragilidade e a falta de organização do governo.

Pois ao que parece, animais circulando livremente pelas ruas do município é a última tendência modernista para atrair turistas para o município.

O último flagra, foi de animais de grande porte circulando nos pequenos jardins frente à prefeitura de Caxias. Imagem abaixo:

Um total desrespeito com o bem público, além das impressões digitais deixadas naqueles que visitam a cidade e se deparam com animais soltos nas principais vias públicas da cidade.

Os riscos de acidentes aumentaram assim como a proliferação de doenças, mas ao ver da secretaria de meio ambiente e CCZ as mazelas parecem não ter tanta importância, pois o privilegiado contra-cheque está em dia, e o povo que se vire.

Sem autonomia, Fábio não consegue sequer chamar a atenção do diretor do CCZ , muito menos do secretário do meio ambiente, afinal, são indicações dos clãs e oligarquias com quem fez acordos impagáveis.

E quem perde?

Reposta fácil… 



sábado, 20 de maio de 2017

Política: O que é ser de esquerda ou direita?


Origem dos termos

As ideologias “esquerda” e “direita” foram criadas durante as assembleias francesas do século 18. Nessa época, a burguesia procurava, com o apoio da população mais pobre, diminuir os poderes da nobreza e do clero. Era a primeira fase da Revolução Francesa (1789-1799).

Com a Assembleia Nacional Constituinte montada para criar a nova Constituição, as camadas mais ricas não gostaram da participação das mais pobres, e preferiram não se misturar, sentando separadas, do lado direito. Por isso, o lado esquerdo foi associado à luta pelos direitos dos trabalhadores, e o direito ao conservadorismo e à elite.

Dentro dessa visão, ser de esquerda presumiria lutar pelos direitos dos trabalhadores e da população mais pobre, a promoção do bem estar coletivo e da participação popular dos movimentos sociais e minorias. Já a direita representaria uma visão mais conservadora, ligada a um comportamento tradicional, que busca manter o poder da elite e promover o bem estar individual. Com o tempo, as duas expressões passaram a ser usadas em outros contextos. Hoje, por exemplo, os partidários que se colocam contra as ações do regime vigente (oposição) seriam entendidos como “de esquerda” e os defensores do governo em vigência (situação) seriam a ala “de direita”. Para o filósofo político Noberto Bobbio ,embora os dois lados realizem reformas, uma diferença seria que a esquerda busca promover a justiça social enquanto a direita trabalha pela liberdade individual.

Após a queda do Muro de Berlim (1989), que pôs fim à polarização EUA x URSS, um novo cenário político se abriu. Por isso, hoje, as palavras ‘esquerda’ e ‘direita’ parecem não dar conta da diversidade política do século 21. Isso não quer dizer que a divisão não faça sentido, apenas que ‘esquerda’ e ‘direita’ não são palavras que designam conteúdos fixados de uma vez para sempre. Podem designar diversos conteúdos conforme os tempos e situações.

"Esquerda e direita indicam programas contrapostos com relação a diversos problemas cuja solução pertence habitualmente à ação política, contrastes não só de ideias, mas também de interesses e de valorações a respeito da direção a ser seguida pela sociedade, contrastes que existem em toda a sociedade e que não vejo como possam simplesmente desaparecer. Pode-se naturalmente replicar que os contrastes existem, mas não são mais do tempo em que nasceu a distinção", escreve Bobbio no livro "Direita e Esquerda - Razões e Significados de uma Distinção Política".

No Brasil, essa divisão se fortaleceu no período da Ditadura Militar, onde quem apoiou o golpe dos militares era considerado da direita, e quem defendia o regime socialista, de esquerda. Com o tempo, outras divisões apareceram dentro de cada uma dessas ideologias.
Hoje, os partidos de direita abrangem conservadores, democratas-cristãos, liberais e nacionalistas, e ainda o nazismo e fascismo na chamada extrema direita.

Na esquerda, temos os social-democratas, progressistas, socialistas democráticos e ambientalistas. Na extrema-esquerda temos movimentos simultaneamente igualitários e autoritários.

Há ainda posição de "centro". Esse pensamento consegue defender o capitalismo sem deixar de se preocupar com o lado social. Em teoria, a política de centro prega mais tolerância e equilíbrio na sociedade. No entanto, ela pode estar mais alinhada com a política de esquerda ou de direita. A origem desse termo vem da Roma Antiga, que o descreve na frase: "In mediun itos" (a virtude está no meio).


A política de centro também pode ser chamada de "terceira via", que idealmente se apresenta não como uma forma de compromisso entre esquerda e direita, mas como uma superação simultânea de uma e de outra. Essas classificações estariam divididas no que podemos chamar de uma “régua” ideológica. (Fonte de pesquisa: vestibular UOL)

terça-feira, 9 de maio de 2017

"Praticamente 95%", diz Paulo Marinho Junior sobre as chances de deixar o PMDB


Do Blog do Ludwig

Pela declaração dada ao Blog do Ludwig na tarde desta segunda-feira (08), o vice-prefeito de Caxias e possível candidato a deputado federal Paulo Marinho Júnior tem grande chances de se desfiliar do PMDB. “Dificilmente permanecerei no PMDB. Depois de 13 anos... Talvez seja hora de procurar novos ares”, disse Paulo Júnior.

Perguntando pelo blog sobre as chances de sair do partido que permaneceu filiado por mais de uma década o vice-prefeito revelou grandes possibilidades. “Praticamente 95%”, afirmou Paulo Marinho Júnior.

No PP?

Este blogueiro soube nos bastidores que Paulo Marinho Júnior vem mantendo conversas com a cúpula do Partido Progressista (PP) tanto no Maranhão como a nível nacional. E por coincidência ou não nesta segunda-feira o presidente nacional do PP, o senador piauiense Ciro Nogueira fez questão de publicar uma foto onde aparece além dele o vice-prefeito Paulo Marinho Júnior e seu pai, o ex-deputado Paulo Marinho indicando que o trio se reuniu. Perguntado por este blogueiro sobre uma possível filiação no PP, Paulo Júnior esquivou-se nos detalhes e disse apenas ser amigo de longas datas do presidente do partido no Maranhão, deputado André Fufuca, quanto ao senador Ciro Nogueira que este é amigo de sua família.

Recentemente Paulo Marinho Júnior também esteve visitando a vice-governadora do Piauí, Margarete Coelho que é filiada no PP e faz parte dos Diretórios Estadual e Nacional da sigla.


Ainda na conversa com o redator do Blog do Ludwig, o vice-prefeito de Caxias acrescentou que tem dialogado com outras siglas e que em breve estará definindo seu novo destino partidário. “Tenho conversado com vários partidos, estou amadurecendo e vendo qual o melhor caminho. Será feito com calma e prudência, defino em breve o quanto antes. Não é leilão... São conversas bem definidas cm critérios claros”, frisou Paulo Marinho Júnior.